
de Lazaroni, à trave. A experiência prevaleceu, mesmo com um falhanço incrível. Na segunda parte prevaleceu a maior maturidade da Naval, perante um Pinhalnovense que se ressentiu do esforço despendido na etapa inicial, e que acusou também algumas alterações forçadas que o técnico Paulo Fonseca teve de fazer, e que obrigou a algumas adaptações. A equipa da casa ainda dispôs de algumas ocasiões para se voltar a adiantar no marcador (o suplente Pedro Alves obrigou Peiser a duas defesas apertadas), mas a melhor ocasião pertenceu à equipa da Figueira da Foz. Estavam cumpridos 77 minutos quando
Tandia ficou com a baliza aberta, após um choque entre o guarda-redes e o defesa, mas conseguiu atirar ao poste. Acabou por ser Bolívia a resolver a eliminatória, com um golo apontado a sete minutos do fim. O Pinhalnovense já não tinha forças para discutir a passagem às meias-finais, e acabou por sofrer mais um golo. Tandia redimiu-se do falhanço anterior, e fechou a contagem ao minuto 89m. A Naval está pela segunda vez nas meias-finais da Taça de Portugal.
FICHA DE JOGO:
Estádio Municipal José Martins Vieira, na Cova da Piedade (Almada)
Árbitro: Pedro Henriques (AF Lisboa)
PINHALNOVENSE: Renato Mata; Pedro Caipiro (Rui Gomes, 89m), Santamaria (Eriksson, 60m), Hugo Costa, Tiago Sousa; Renato Silva e Amaro Filipe (Pedro Alves, 63m); Laurindo, Miguel Soares, Quinaz; Diego
Suplentes não utilizados: Igor, Toninho, Semedo, Mustafa
Treinador: Paulo Fonseca
NAVAL: Peiser; Carlitos, Gomis, Diego, Daniel Cruz (Fábio Júnior, 32m); Godemeche, Lazaroni, Alex (Davide, 83m); Bolivia, Kerrouche (Tandia, 59m) e Camora
Suplentes não utilizados: Jorge Batista, João Real, Ouattara e Zé Mário
Treinador: Augusto Inácio
Golos:
1-0, por Diego (7m)
1-1, por Fábio Júnior (59m)
1-2, por Bolívia (83m)
1-3, por Tandia (88m)
Disciplina: cartão amarelo para Kerrouche (57m), Gomis (65m), Quinaz (90m)
Fonte: MaisFutebol
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